Em alguns passos e com uso de uma webcam e microfone você já pode ter registrado na web a sua falta de educação, isso mesmo conheci por intermédio de amigos aqui na agência um website especializado em disponibilizar vídeos em que pessoas do mundo inteiro capricham, soltam o verbo.
Foram divulgados os preços da apresentação da lenda do rock CHUCK BERRY em São Paulo. Berry toca em SP dia 17 de junho, mas segundo o HSBC Brasil, há a possibilidade de que as datas de Rio e São Paulo se invertam – as datas estão trocadas no site oficial do músico.
Chuck Berry
Cidade: São Paulo
Data:17/06
Local:HSBC Brasil, R. Bragança Paulista, 1281, Chác. Sto. Antonio
Horário: 21h30
Preços: R$ 180 (setor 3) / R$ 200 (cadeira alta) / R$ 220 (setor 2) / R$ 260 (setor 4) / R$ 280 (setor 1 e frisas) / R$ 300 (VIP e Camarote) / R$ 350 (frisas) / R$ 400 (camarote)
Quando escrevi sobre Jazzistas algo fora o propósito do post me fez centrar em contar uma experiência superficial sobre o mesmo, deixando de absorver o Jazz por uma outra ótica, uma das principais e das mais empolgantes ficou de fora, poepem-me trocadilhos, a sexual.
Mallanaga Vatsyayana, homem que de fato uma qualidade realmente ninguém o tira, a curiosidade, a vontade de experimentar, não escrevo este para criticá-lo, de jeito maneira, se fosse uma celebridade dos tempos atuais, estaria nadando no dinheiro, pois sua obra no âmbito sexual é de certo uma das mais procuradas nas melhores livrarias, mas que ligação o indiano tem com o Jazz, e o que o Jazz tem com a Kamasutra. Uma história lida a grosso modo, é como um orgasmo, precisamos que o tempo passe, as palavras corram, linha por linha, encaixem-se, para que entendamos e para que assim reagimos com sensações diversas.
A culpa na verdade é do tempo, de não o permitir degustar um solo do Jazzista Art Blakey por exemplo. Sem exagero, ouso em dizer que a obra que o fez não ser apenas uma estatística – Kamasutra – teria uma leitura bastante diferente caso o autor tivesse se deparado com tal som.
Nada melhor e mais inspirador que fazer amor ouvindo um bom Jazz, sem querer comprar briga com todos os druguinhos, mas acredito que o lema “Sexo Drogas e Rock´n Roll” merece uma ressalva, não digo correção, pois ele também é fator estimulante e que combina muito bem a uma cama, uma bela despida, ou melhor, vestida para que possamos despí-la com arte e uma escova de dentes, principalmente com o lema em sua íntegra.
Não proponho novo lema, muito menos a alteração do já existente, apenas proponho tal experiência, façamos como o indiano Mallanaga, a grande sacada pode ser essa, experimentar, se não souberem por onde começar, ou qual vinil a agulha tocar, recomendo fortemente Art Blakey.
Uma ressalva referente ao post intitulado como “Em Boca do Montecavalo o cavalo não tem vez.”
Uma gaúcha que leu a matéria e que inclusive é nativa de tal “vilarejo”, advertiu-me sobre o nome de tal povoado, na verdade, segundo a mesma o nome correto é Santa Maria da Boca do Monte, e não como citado no post. Sendo assim meu trocadilho foi pro espaço, ou para o Monte, quem sabe, estou pensando seriamente em fazer um manifesto, uma algazarra, ou melhor, um abaixo-assinado para pedir a alteração do nome de tal cidade, com o simples argumento de tê-la promovido a cidade, isso mesmo, os atentos perceberão que fui generoso por duas vezes, a primeira certamente foi ter elevado sua importância de vilarejo para povoado, e depois claramente para cidade, depois o motivo mais óbvio de todos é manter meu trocadilho intácto.
ps. Brincadeirinha. Isso é só para irritar a gaúcha de Santa Maria da Boca do Monte Cavalo…
Disponibilizo algumas neste, uma boa idéia seria pedir a nosso amigo autor dessas, desenhar despropositadamente um buraco daqueles em uma grande via de São Paulo, duvido que alguém desconfie que tal cratera se trata de arte, afinal vivemos sempre criando hábitos, costumes, e isso é muito perigoso, pois deixamos de nos questionar se é preciso pagar uma carga de impostos abusiva para utilizar vias que mais parecem um queijo suíço, esquecemos e nos acomodamos.